
O CDS-PP da Madeira tem motivos para se congratular, já que, no entender dos seus dirigentes, o seu peso nos órgãos nacionais do partido viu-se reforçado, correspondendo às expectativas regionais, do XXVI Congresso Nacional do CDS/PP, que hoje terminou em Gondomar, distrito do Porto.
O presidente do CDS-PP/Madeira, António Lopes da Fonseca, que por inerência integra a Comissão Política Nacional liderada por Assunção Cristas, viu a sua posição fortalecida ao ser convidado pela nova presidente do partido para integrar a Comissão Directiva, um órgão composto por um grupo restrito de personalidades do partido, de confiança da líder, e que é consultado em momentos de grandes decisões, ficando muito próximo da liderança.
Por seu turno, Rui Barreto, líder parlamentar do CDS/PP-M, convidado por Assunção Cristas, a nova líder que granjeou unanimismos junto da maioria dos congressistas, integra a lista da Comissão *Política eleita pelos congressistas, tornado-se na segunda figura da Madeira no principal órgão nacional do partido, o que, realça a delegação madeirense ao Congresso, é revelador do peso que este político tem junto dos principais dirigentes nacionais.
Também Teófilo Cunha, vice-presidente do CDS/PP Madeira e presidente da Câmara Municipal de Santana,ocupa um lugar de relevo: foi eleito vice-presidente da Mesa do Congresso, quando antes, neste mesmo órgão, o CDS/PP dispunha de um secretário da Mesa.
O médico e deputado Mário Pereira, vice-presidente da bancada do CDS/PP Madeira, estreia-se agora nos órgãos nacionais, tendo sido convidado a integrar a lista do Conselho Nacional num “honroso” 5.º lugar na lista de vogais.
No Conselho Nacional, o CDS/PP Madeira está representado ainda com mais outros cinco elementos.
O CDS/PP Madeira ocupa, assim, nove lugares de relevo nos órgãos nacionais, um “claro reforço” da sua posição interna não apenas pelos dois lugares na Comissão Política, mas também pela integração do presidente do CDS Madeira na Comissão Directiva, pela vice-presidência da Mesa do Congresso e o 5.º lugar no Conselho Nacional, a que se somam mais cinco militantes regionais.
Tais resultados vão ao encontro do que esperavam os dirigentes regionais madeirenses do CDS-PP, que exigiam que, de acordo com critérios de paridade, a Região Autónoma da Madeira ficasse condignamente representada na nova estrutura presidida por Assunção Cristas, até pelo apoio inequívoco à nova dirigente nacional.
Lopes da Fonseca deixa agora o Congresso, segundo nos foi reportado, “com palavras de estímulo proferidas por Assunção Cristas, nas diversas vezes que ambos conversaram, para prosseguir o seu trabalho na Madeira, contando para isso com o seu apoio pessoal”.
O CDS/PP Madeira levou a Gondomar uma delegação com 50 congressistas, fazendo-se, pois, representar de forma bastante relevante.
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