Primeiro-ministro elogia Albuquerque e critica socialistas

 

IMG_7081
Foto: Fabíola de Sousa

“Nós conseguimos, realmente, transformar a Madeira, mas tudo o que fizemos no passado teve um tempo e há sempre uma altura em que se tem de abrir um novo tempo. O Miguel Albuquerque foi não apenas o rosto, mas também a alma desse novo tempo que se abriu na Madeira e, por isso, eu quero felicitá-lo hoje, à frente de todos vós, por essa esperança enorme que ele voltou a dar a todos os madeirenses no futuro da Madeira”, foi com estas palavras de elogios a Miguel Albuquerque o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, se estreou no tradicional discurso da festa da Herdade do Chão da Lagoa. O primeiro-ministro salientou ainda que em 100 dias o governo de Miguel Albuquerque já fez muito e demostrou como é possível fazer muito com pouco.

Depois virou o discurso para críticas à oposição nacional, nomeadamente, ao Partido Socialista, a quem acusou de ser responsável pela crise a que o país chegou, “não se esqueçam que as dificuldades não foram trazidas por nós, foi a crise que trouxe as dificuldades e quem trouxe a crise não foi o nosso governo na República foram os socialistas em muitos anos de governo em Portugal”.

IMG_7047
Foto: Fabíola de Sousa

O primeiro-ministro considerou que o caminho que Portugal tem pela frente não pode ser feito de qualquer maneira, que Portugal tem de continuar a ser determinado. Passos Coelho disse que o seu governo venceu a guerra contra a crise garantindo melhores condições para todos e um caminho de esperança, “sabemos que o caminho que temos pela frente não está cheio de facilidades mas, felizmente, fizemos muito para merecer o caminho mais esperançoso que hoje temos à nossa frente e é por isso que fico entristecido quando olho para as nossas oposições e vejo que, de cada vez que algum resultado bom aparece em Portugal, eles não gostam e dizem que é mentira, que estamos a falsear a realidade”, declarou.

A terminar, referiu que o povo português deve nas próximas eleições legislativas dizer à oposição que ela é precisa no país, “mas não para governar, porque quando a oposição governou foi o desgoverno para o nosso país e o que nós precisamos agora é consolidar o bom governo que podemos fazer para futuro”, rematou.

De referir que Passos Coelho chegou ao Chão da Lagoa acompanhado por Miguel Albuquerque percorreu as barracas de comes e bebes, cumprimentou muita gente e foi até elogiado por algumas senhoras. O primeiro-ministro entrou no espírito da festa Social-Democrata da Madeira e até experimentou tocar o tradicional “brinquinho”.