Os Estudantes Social Democratas estão preocupados com a falta de professores na Educação Especial. Reunido este sábado, em assembleia geral na sede do partido, aquele núcleo analisou o ano letivo que agora termina e concluiu que a escassez de recursos humanos especializados “revela uma falta de sensibilidade em relação a esta área”.
A questão do abandono escolar foi, igualmente, debatida, tendo os ESD concluído ser necessário fomentar e promover a formação, como meio de formação social, moral, humana e profissional.
Em comunicado enviado às redações, aquele órgão debateu também os problemas na classificação dos exames nacionais o que, na sua opinião, não se concilia com a necessidade de se credibilizar, reforçar e tornar o ensino mais rigoroso em Portugal.
No que respeita ao ensino artístico, defendem os ESD maior atenção aos valores praticados, de modo a que não se coloque em risco a prossecução dos estudos daqueles que são mais capazes para promover a cultura e a arte.
Ainda no âmbito da educação, os jovens laranja analisaram o problema da colocação dos professores no início do ano letivo “e a forma como isso prejudicou os alunos e os seus estudos iniciais”.
Os estudantes abordaram a questão dos abusos nas praxes, reiterando a necessidade de se impor regras uniformes para todo o país.
Os ESD congratularam-se pelo esforço governamental no sentido de firmar o novo regime das passagens aéreas para residentes e estudantes, defendendo a presença obrigatória dos alunos nos conselhos pedagógicos das escolas, locais de decisão dos estabelecimentos de ensino.
As mudanças efetuadas no regime de atribuição de bolsas de estudo constituíram motivo regozijo, o que permitirá alcançar e ajudar mais estudantes do ensino superior, mostrando-se satisfeitos com a recente medida do Governo regional que canalizará verbas para custear os manuais escolares, de mais famílias na RAM.
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