Em finais de Abril e início de Maio de 2015, a cidadã alemã Marie Kohler esteve na Madeira, ilha que visita anualmente há 20 anos, ficando instalada no centro do Funchal.
Era mais um período de verão numa Região familiar a esta alemã, sempre procurada pela beleza paisagística e traçado pitoresco da Ilha.
O período de férias terminou, mas o pior estava para vir. Desta vez, ao voltar à Alemanha, começou a sentir-se mal: indisposição física, cansaço, dores de cabeça, entre outros sintomas. Depois de uma semana a piorar, foi ao médico que lhe diagnosticou dengue. Uma surpresa com a qual não contava.
Iniciou o tratamento e a recuperação não foi imediata. As sequelas do dengue não se fizeram esperar.
Neste momento, a senhora Kohler está melhor, mas tão cedo não regressará à Região a que se habituou a visitar com regularidade e familiaridade. Foi aconselhada pelo médico a não voltar à Madeira já que o dengue pode ser mais perigoso quando contraído pela segunda vez.
Este é apenas um exemplo verídico do que pode acontecer com a propagação do mosquito aedes aegypti junto dos milhares de turistas que visitam a Região, assim como os próprios madeirenses. O combate das autoridades é um facto, assim como a pedagogia informativa mas está muito longe de ser erradicado.Com o tempo a aquecer, os mosquitos tendem a propagar-se, particularmente no centro da cidade. Fica o alerta às autoridades ligadas à saúde.
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