Aval pessoal na origem de processo de execução

Não tendo sido comunicado ao ‘Funchal Notícias’ mas publicado ontem num conhecido blogue da nossa praça (Fénix do Atlântico), porque foi o ‘Funchal Notícias’ a avançar com a notícia, que não é desmentida, considerámos relevante publicar o comunicado de Adolfo Brazão sobre essa mesma notícia:

brazãoUma vez que o meu nome e, consequentemente, a minha dignidade pessoal, tem vindo a ser posta em causa, pela divulgação distorcida de um facto da minha vida, venho esclarecer o seguinte:
1 – O processo que me opõe ao BANIF não tem nada a ver com ilegalidades ou sequer com incumprimento, da minha parte, de qualquer obrigação contratual.
2 – Tal processo advém de um aval pessoal que prestei, a essa instituição bancária, para permitir a persecução da actividade de uma já muito antiga sociedade da família da milha mulher e, assim, poder garantir que os muitos postos de trabalho que dela dependiam se mantivessem.
3 – Infelizmente, apesar de todos os esforços efectuados, com diminuição de custos, e com a injecção de todas as minhas poupanças, não foi possível manter a sociedade em actividade, e esta viu-se forçada a entrar em situação de insolvência. Como, infelizmente, tantas outras.
4 – Dessa situação de insolvência resultou a impossibilidade em poder a sociedade cumprir com o pagamento à banca e, daí, esta efectivamente accionou os avales pessoais dos sócios e cônjuges. Esta a origem da situação, ficando claro que não deriva de nenhum facto ou de qualquer conduta minha passível de qualquer censura.
5 – Neste momento decorrem negociações entre as partes, na busca de uma solução consensual, que a ambas as partes interesse, e que seja exequível.
6 – Assim, e esclarecida que está a minha situação, que é pessoal e que, como tal, deveria ser alvo de respeito por todos, espero que a devassa cesse, e que a minha intimidade seja respeitada.