O risco de renegociação dos contratos de patrocínio assinados até 2030, as potenciais quebras de receitas de bilheteira e direitos de transmissão, e as implicações para o valor comercial da Seleção Nacional em formato de relatório executivo.
Síntese das principais conclusões:
O evento: Ronaldo abandonou o estágio da Seleção a 30 de setembro de 2026, em Copenhaga, após ficar no banco contra a Noruega e um atrito público com Jorge Jesus, encerrando de forma conturbada uma ligação de 23 anos à FPF (ge.globo; Jornal Económico).globo+1
Marcos financeiros do relatório:
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Marca CR7: 850 M€ (IPAM, 2025), +325% desde 2020 — mas mede a marca pessoal, da qual a FPF captava apenas o efeito de transbordo (alcance global e audiências).
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Base de exposição: bloco comercial da FPF de 54,9 M€/época (incl. 20,2 M€ da Puma), num ano recorde de receitas >131 M€ (ECO; FPF).eco.sapo+1
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Patrocínios até 2030 (Galp, MEO, BPI, Continente): sem base pública para rescisão automática, mas risco real de renegociação — admitido pelo especialista Carlos Coelho.
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Bilheteira e transmissões: jogos oficiais resilientes; risco concentrado em amigáveis; impacto em direitos de TV sobretudo diferido, pois os grandes direitos são centralizados por UEFA/FIFA.
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Cenários 2027–2030 (estimativas próprias): conservador ~8–9 M€, base ~23–25 M€, adverso ~45–50 M€ de erosão acumulada — com o Mundial 2030 co-organizado por Portugal como principal mitigante estratégico.
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