O deputado do CHEGA na Assembleia da República, Francisco Gomes, afirma que a esquerda política representa actualmente, na sua perspectiva, o principal ponto de convergência de três correntes ideológicas que considera constituírem as maiores ameaças à sociedade e à cultura ocidental, identificando o socialismo, o islamismo e o globalismo como “forças que procuram enfraquecer os pilares fundamentais da civilização europeia”.
Na opinião do parlamentar, estas três correntes partilham um objectivo comum de combate aos valores que considera estruturantes da civilização ocidental, designadamente a família, a protecção da vida humana, a governação responsável, o mérito, o respeito pelos recursos públicos e a segurança das populações.
“A esquerda transformou-se no grande centro de união das três maiores ameaças à civilização ocidental, isto é, o socialismo, o islamismo e a agenda globalista. São correntes diferentes, mas têm um objetivo comum, que é destruir os valores que fizeram do Ocidente a civilização mais livre, mais próspera e mais desenvolvida da História”, acusa.
Quanto ao socialismo, Francisco Gomes afirmou que esta corrente política constitui, no seu entendimento, uma plataforma para a perpetuação de redes de favorecimento, esquemas de corrupção e forças que visam capturar do Estado.
“O socialismo deixou de ser uma ideologia económica para passar a ser um modelo de ocupação do Estado, baseado no amiguismo, no compadrio, nas redes de interesse e na corrupção. É uma forma de exercer o poder para enriquecer uma elite política e empresarial, esquecendo completamente quem trabalha e sustenta o país”, sentenciou.
Sobre o islamismo, o deputado afirmou que o considera incompatível com os princípios em que assenta a civilização ocidental.
“O islamismo é a negação maléfica dos princípios fundadores da nossa civilização, construída sobre a fé cristã, a jurisprudência romana e a razão grega. Portugal deve preservar a sua identidade civilizacional e defender os valores que a sustentam, que estão ameaçados pela imigração islâmica”, acrescenta.
Quanto ao globalismo, Francisco Gomes entende que este representa uma ameaça aos valores antropológicos e culturais que diz serem fundamentais.
“A agenda globalista promove a negação de princípios fundamentais, enfraquece as identidades nacionais e procura substituir valores consolidados por modelos ideológicos que rompem com a ordem social e cultural que moldou o Ocidente”, acrescenta.
O deputado conclui afirmando que Portugal enfrenta, no seu entender, um momento decisivo e defendeu que apenas o CHEGA poderá oferecer uma alternativa política.
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