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A Argentina chegou à final com um percurso perfeito: sete jogos, sete vitórias, 19 golos marcados e oito sofridos. A seleção argentina venceu o Grupo J com nove pontos e ultrapassou quatro eliminatórias consecutivas.
Fase de grupos — Grupo J
| Data | Jogo | Resultado |
|---|---|---|
| 17 de junho | Argentina — Argélia | 3–0 |
| 22 de junho | Argentina — Áustria | 2–0 |
| 28 de junho | Jordânia — Argentina | 1–3 |
A Argentina iniciou a competição com duas vitórias sem sofrer golos. No terceiro encontro, frente à Jordânia, garantiu o pleno de vitórias e terminou o grupo com:
- 1.º lugar
- 9 pontos
- 8 golos marcados
- 1 golo sofrido
Balanço da fase de grupos
Argentina 3–0 Argélia
Uma entrada segura na competição. A equipa controlou o encontro e demonstrou desde cedo a sua superioridade ofensiva.
Argentina 2–0 Áustria
Vitória mais paciente e controlada. A Argentina manteve a consistência defensiva e confirmou o apuramento.
Jordânia 1–3 Argentina
A seleção argentina sofreu o primeiro golo do torneio, mas voltou a marcar três vezes e garantiu o primeiro lugar do Grupo J.
Dezasseis avos de final
Argentina 3–2 Cabo Verde
3 de julho — Miami
A Argentina encontrou um adversário muito competitivo. Cabo Verde conseguiu marcar duas vezes e obrigou a campeã mundial a disputar um encontro mais difícil do que seria previsível.
A experiência argentina acabou por fazer a diferença. A seleção sul-americana venceu por 3–2 e avançou para os oitavos de final.
Oitavos de final
Argentina 3–2 Egito
7 de julho — Atlanta
O encontro com o Egito voltou a expor algumas dificuldades defensivas da Argentina.
A equipa marcou três golos, mas permitiu que o adversário permanecesse na discussão do resultado. Foi uma vitória conseguida mais pela qualidade ofensiva e pela capacidade de decidir nos momentos importantes do que por um controlo absoluto do jogo.
Quartos de final
Argentina 3–1 Suíça
12 de julho — Kansas City, após prolongamento
A Suíça apresentou uma organização defensiva muito forte e conseguiu levar o encontro para o prolongamento.
A Argentina abriu o marcador por Alexis Mac Allister. Contudo, apenas resolveu definitivamente a eliminatória no tempo extra, beneficiando também da expulsão de um jogador suíço. Julián Álvarez marcou um dos golos decisivos no prolongamento.
Foi provavelmente o teste mais exigente do percurso argentino até à meia-final.
Meia-final
Inglaterra 1–2 Argentina
15 de julho — Atlanta
A Inglaterra colocou-se em vantagem e esteve próxima da final. Contudo, a Argentina manteve a pressão e concretizou uma reviravolta nos minutos finais.
Lionel Messi não marcou, mas participou diretamente nos dois golos argentinos. O capitão executou os cruzamentos que originaram o empate e o golo decisivo de Lautaro Martínez, já no período de compensação.
A vitória confirmou a segunda presença consecutiva da Argentina numa final de um Campeonato do Mundo.
Números do percurso
| Indicador | Registo |
|---|---|
| Jogos disputados | 7 |
| Vitórias | 7 |
| Empates | 0 |
| Derrotas | 0 |
| Golos marcados | 19 |
| Golos sofridos | 8 |
| Jogos sem sofrer golos | 2 |
| Média de golos marcados | 2,7 por jogo |
Final do Mundial 2026
Espanha — Argentina
- Data: domingo, 19 de julho de 2026
- Hora em Portugal e na Madeira: 20h00
- Estádio: New York/New Jersey Stadium, East Rutherford
- Contexto: Espanha procura o segundo título mundial; a Argentina procura o quarto e tenta tornar-se a primeira seleção desde o Brasil de 1962 a conquistar dois Mundiais consecutivos.
O percurso argentino pode ser resumido numa frase: começou com controlo, atravessou eliminatórias cada vez mais exigentes e chegou à final apoiada na experiência, na eficácia ofensiva e na capacidade de decidir jogos nos últimos minutos.
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