Terminada a IX Volta à Madeira pelo Caminho Real é tempo de agradecimentos

A Associação fez publicar o seguinte comunicado:

“A IX Volta à Madeira pelo Caminho Real não estaria completa sem um agradecimento sentido a todos os que contribuíram para o sucesso desta jornada. Mais do que o apoio logístico ou institucional, foi o carinho, a disponibilidade e o acolhimento ao longo dos 8 dias que tornaram esta experiência verdadeiramente marcante. Ao longo de cerca de 200 km, vivemos a Madeira na sua plenitude, entre paisagens, histórias, tradições e encontros que ficarão na memória de todos.

A Associação do Caminho Real da Madeira expressa, assim, a sua profunda gratidão às entidades e pessoas cujo contributo foi essencial para o êxito desta IX Volta:
• Ao Município da Ponta do Sol pelo importante apoio concedido para a realização da IX Volta;
• À Câmara Municipal da Calheta pelo apoio ao momento de encerramento, assinalando o regresso dos caminheiros ao ponto de partida;
• À Câmara Municipal de Machico pela disponibilização da Casa da Música para acolhimento dos caminheiros;
• À Câmara Municipal da Ribeira Brava e à Junta de Freguesia de Machico pelas generosas recepções aos participantes com a oferta de convívios no final das etapas que ali terminara;
• Às autarquias que, ao longo do percurso, apoiaram e acolheram esta iniciativa, contribuindo para a sua concretização;
• Às juntas de freguesia que asseguram, muitas vezes de forma discreta, a limpeza e manutenção dos Caminhos Reais, permitindo a sua fruição em segurança;
• À Madeira Rent pela disponibilização da carrinha de apoio, essencial ao acompanhamento da Volta;
• Ao StandX pelo apoio no transporte de bagagens ao longo das etapas;
• Ao Roberto Macedo Alves pela criatividade e empenho na conceção do selo de 2026 para a Credencial do Caminheiro;
• À Catarina Teixeira, à Lou Mendes e Gil, pela hospitalidade e acolhimento na maravilhosa Quinta do Conde, honrando a memória da Dª Celeste.
• Ao Paulo Bruno Ferreira, Rodolfo Silva, Aloísio Freitas e Igor Santos por toda a colaboração logística, prestada em regime de voluntariado, que ofereceu mais segurança e companheirismo a todos os que faziam o caminho sabendo contar com estes “anjos da guarda”.
• Ao Sr. Padre Rui Sousa no Estreito da Calheta, ao Sr. Padre Bernardino na Ribeira Brava, ao Sr. Padre Marcos Rebelo na Sé Catedral, ao Sr. Cónego Manuel Ramos em Machico e ao Sr. Padre José Carlos em Santana que tiveram a amabilidade acolher os caminheiros com palavras de incentivo, enquadramento histórico e mensagem espiritual;
• Ao Sr. José Luís Sousa e ao Sr. José que nos confeccionaram um delicioso macarrão à moda da Lombada dos Marinheiros;
• Ao José António da Luz pelo pão caseiro e sopa de couve feita a lenha que deu conforto gastronómico ao cansaço;
• Ao Sr. Carlos Pestana e Luzia que nos receberam no seu espaço de produção de hidromel e nos deu a conhecer os desafios da apicultura madeirense;
• À Empresa de Cervejas da Madeira pela apoio em águas Atlântica e Sumos Brisa, que ajudaram os caminheiros em se manter hidratados;
• Aos parceiros que gerem os selos nas 37 freguesias em torno da ilha e às empresas que apoiaram a criação da Credencial do Caminheiro.
• Às inúmeras pessoas que, ao longo do percurso, brindaram os caminheiros com gestos de simpatia, apoio e hospitalidade;
• A todos os caminheiros que aceitaram este desafio e deram sentido à Volta, partilhando esforço, superação e amizade;
• E, por fim, a todos os que acompanham e divulgam o trabalho da Associação do Caminho Real da Madeira, contribuindo para a valorização deste património identitário.

A todos, o nosso mais profundo obrigado.

Porque, no fim, não são apenas os quilómetros que contam. São os passos dados em conjunto, os gestos que nos sustentam ao longo do caminho e as memórias que permanecem muito depois de a caminhada terminar. É isso que verdadeiramente faz o Caminho Real existir.

Até à próxima Volta. X.

Bom Caminho.”


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