O PTP afirma que a recente visita dos 23 deputados da Assembleia da República à Região Autónoma da Madeira não passou de uma operação de cosmética política promovida pelo governo regional e que teve como guias turísticos os deputados do PSD Madeira. “Tudo cuidadosamente montado para exibir uma realidade parcial e politicamente conveniente”, diz o partido.
“O roteiro foi milimetricamente escolhido: baterias da EEM, campo de golfe no Porto Santo e dessalinizadora — tudo devidamente enquadrado no discurso “verde” da sustentabilidade. Uma visita encenada, onde só se mostra o que interessa. O que falhou, o que correu mal e o que custou milhões aos contribuintes ficou, naturalmente, fora do enquadramento”.
Para Raquel Coelho, este teatro faz lembrar as visitas guiadas dos regimes fechados como o da Coreia do Norte, onde as comitivas estrangeiras contactam apenas com a “realidade oficial”.O PTP estranha, por exemplo, que a fábrica de algas no Porto Santo — um investimento milionário sem retorno visível para a população — não tenha merecido visita. E que não tenha sido motivo de questionamento por parte da
Comissão de ambiente e energia da AR.
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