Estepilha: contraste dos espaços públicos, entre um jardim privado e um público

jardins da Praça do Povo
Rui Marote
A essência da Madeira como um “jardim” continua viva em espaços emblemáticos, mas o debate sobre a perda de cor urbana e o desgaste de zonas públicas é real. Somente o verde sobrevive. Enquanto alguns locais preservam a identidade florida, críticos e munícipes apontam falhas na manutenção e na aposta cromática nas ruas.
Os munícipes apontam frequentemente que muitas áreas verdes urbanas e rotundas se cingem a folhagem verde e relva por falta de recursos ou prioridades de plantação sazonal.
Temos um contraste de um jardim privado, colorido e bem tratado, caso do teleférico  (ver foto)  e o jardim público do Almirante Reis, lado a lado com o privado.
A Praça do Povo, entretanto, está mais ou menos “ao abandono”. O estado desta praça que nasceu com um forte simbolismo às vítimas do temporal de 2010  tem sido amplamento criticada por partidos e cidadãos. Este cenário prova que o clima e maresia não impedem a vegetação prosperar. o que isola a desculpa institucional e realça a falta de investimento  ou planeamento  na manutenção pública face à privada.

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