Foi, hoje, apresentada a 52ª Feira do Livro do Funchal, que decorre de 20 a 29 de Março de 2026, na Avenida Arriaga, Largo da Restauração, Jardim Municipal do Funchal e no Teatro Municipal Baltazar Dias.
A apresentação teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com o edil funchalense a destacar não só o investimento de 200 mil euros neste evento, bem como a sua importância em termos estratégicos para a cultura no Funchal.
Jorge Carvalho referiu que a Feira do Livro do Funchal, um dos eventos mais «emblemáticos» da cidade e também aquele que é, presentemente e de modo ininterrupto, o mais antigo da CMF, tem vindo a crescer e a reinventar-se, aumentando o número de participantes, sendo que este ano são mais cinco do que no ano passado.
O presidente terminou apelando à participação dos funchalenses e madeirenses, no certame, apontando que «um livro que não é lido não existe».
Esta edição reúne mais de 52 editoras, livrarias e projectos independentes, distribuídos por 36 stands, incluindo 11 participantes pela primeira vez, demonstrando a vitalidade e a capacidade de renovação do sector cultural madeirense.
Ao longo de dez dias, o Funchal transforma-se num verdadeiro palco de criação e intercâmbio, com 219 actividades culturais, 22 apresentações de livros, 14 lançamentos editoriais, mais de 100 sessões de autógrafos, um concerto diário, 21 espetáculos de teatro e marionetas, mais de 20 actividades infantojuvenis e mais de 20 actuações de rua, sublinha a CMF.
Esta edição assume um significado especial ao celebrar os 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco, reforçando a ligação insular à literatura portuguesa e à memória cultural da Madeira.
Das 14 obras lançadas inéditas na Feira do Livro, 10 serão lançadas em parceria com a Câmara Municipal do Funchal. O apoio à edição de livros dinamiza o sector cultural e criativa, estimula escritores, investigadores, ilustradores, designers e editoras. Esse investimento gera impacto económico, promove o talento local e projeto o nome do Funchal.
Por fim, assinala igualmente 50 anos do Teatro Experimental do Funchal e 50 anos do projecto editorial “Ilha”, reconhecendo o contributo destas instituições para a afirmação da dramaturgia, da edição e da literatura na Madeira.
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