Os portugueses foram formatados pelos media “a quererem coisas cada vez mais simples”, dizia, algo que recentemente Clara Ferreira Alves também referia, de outra forma, mas com o mesmo fundo essencial.
“Mas os nossos laboratórios vão abrir essa parte do cérebro que não está a trabalhar para que cada português se torne uma espécie de super-homem”, ironizava Vieira.
A ascensão da extrema-direita, assinalava, “é a ascensão da política de café”. Os portugueses, no entanto, dizia também “não são estúpidos” nem uma “corja de atrasados mentais”: estão é desapontados com a falência das utopias que lhes foram vendidas com o 25 de Abril, asseverava.
Porém, “como a política é uma coisa complexa, preferem uma coisa mais simples como o futebol ou a conversa de café”, concluía.
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