Candidato “absurdo” deu em Novembro explicação para o fenómeno Ventura

O português é uma língua em exílio. Aliás, os próprios portugueses estão a começar a ser exilados na sua própria terra”, admitia ainda, embora não o dissesse com contornos xenófobos.

Os portugueses foram formatados pelos media “a quererem coisas cada vez mais simples”, dizia, algo que recentemente Clara Ferreira Alves também referia, de outra forma, mas com o mesmo fundo essencial.

“Mas os nossos laboratórios vão abrir essa parte do cérebro que não está a trabalhar para que cada português se torne uma espécie de super-homem”, ironizava Vieira.

A ascensão da extrema-direita, assinalava, “é a ascensão da política de café”. Os portugueses, no entanto, dizia também “não são estúpidos” nem uma “corja de atrasados mentais”: estão é desapontados com a falência das utopias que lhes foram vendidas com o 25 de Abril, asseverava.

Porém, “como a política é uma coisa complexa, preferem uma coisa mais simples como o futebol ou a conversa de café”, concluía.

 


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