
O presidente do Governo Regional, considerou, a apresentação de extensa documentação fiscal para o madeirense poder aceder ao subsídio de mobilidade, provando que não tem dívidas à Segurança Social nem ao fisco, uma “idiotice” do foro burocrático, que “não tem pés nem cabeça”. O governante falava aquando de uma visita ao presépio do Jardim da Serra. A ideia “louca”, asseverou, será em breve resolvida entre o secretário regional do Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, e o ministério da tutela.
Entretanto, o governante madeirense já não considerou disparatado nem burocrático que os madeirenses tenham de marcar dia e hora para percorrer trilhos, veredas e levadas na sua própria terra. Apesar da contestação de caminheiros e cidadãos madeirenses que entendem que esta é uma inaceitável limitação da livre circulação de quem aqui nasceu, no seu próprio torrão, Albuquerque respondeu com um seco “não” à pergunta de se consideraria recuar na decisão, afirmando que a mesma é para benefício de todos, segundo relata o DN-Madeira.
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