O partido ADN veio mostrar-se solidário com um jovem madeirense, de nome Diamantino, que recentemente, num acidente de mota, perdeu as duas pernas. O jovem teve politraumatismos, foi sujeito a 18 transfusões sanguíneas e ficou “incapacitado” temporariamente até
conseguir angariar a totalidade de dinheiro necessário para as suas próteses.
“Este jovem poderia ter-se remetido ao isolamento, à depressão e ele próprio poderia se ter excluído socialmente. Contrariamente a isso é um exemplo de força e resiliência por aceitar a sua nova condição e fazer vídeos motivacionais essencialmente destinados para jovens que pelos mais diversos motivos se possam vir a sentir excluídos socialmente”, elogia o ADN.
“Hoje, muitos jovens vivem em silêncio a dor da depressão. Alguns acabam por tirar a própria vida, enquanto outros se isolam, sentindo-se sozinhos e incompreendidos. Esses jovens necessitam de um propósito, em vez de encararem a vida como um copo meio vazio têm de encará-la pela perspectiva de um copo meio cheio”, preconiza o ADN.
“Para isso é preciso a ajuda de toda uma Sociedade que muitas vezes prefere ignorar e segregar estes jovens contribuindo ainda mais para os fazer sentir inaptos e desajustados. O Diamantino é a prova viva em como se consegue encarar de forma
positiva a vida apesar das adversidades imprevisíveis que ela por vezes
nos surpreende!”, elogia o partido.
O ADN-Madeira sendo um partido Humanista, pela voz da candidata Joana Ferreira, defende que se deve apoiar estes jovens por forma a se sentirem úteis e integrados.
“Seria interessante que os promotores de Saúde Mental da RAM, assim como a Secretaria Regional de Inclusão Social, apoiassem este jovem cheio de força e o apresentassem como um exemplo para todos aqueles jovens que se sentem “perdidos”. Eventualmente palestras ministradas por ele para o público alvo patrocinadas pelas diversas autarquias por exemplo aos casos sinalizados pelos(as) psicólogos(as) dos respectivos Centros de Saúde poderiam tocar o coração de muitos jovens e dar-lhes um propósito e uma prova como tudo se consegue ultrapassar, basta existir predisposição para isso o que às vezes é um simples gatilho que é accionado e simultaneamente estaríamos a ajudar o Diamantino a
conseguir o dinheiro para as suas próteses. Sejamos humanistas”, apela o ADN.
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