JPP quer “projectos concretos” no Porto Moniz e mais “transparência”

O cabeça-de lista do Juntos Pelo Povo (JPP) à presidência da Câmara do Porto Moniz afirmou-se esta quarta-feira empenhado em colocar em prática um plano de desenvolvimento para o concelho, “baseado na transparência e em projectos concretos para resolver os reais problemas das populações”.

Depois de ter procedido à entrega das listas do JPP aos órgãos autárquicos do Porto Moniz, esta quarta-feira, no Tribunal do Funchal, João da Conceição Jesus apresentou-se perante a comunicação social, na presença do mandatário Paulo Abreu, figura conhecida do Porto Moniz, e  do líder do JPP, Élvio Sousa, com um “programa governativo”.

O funcionário da administração pública regional e gestor tributário, ex-presidente do Clube Desportivo e Cultural do Porto Moniz, diz querer um concelho “mais transparente” e resolver os problemas da habitação para fixar as pessoas num dos municípios com uma das mais altas taxas de envelhecimento demográfico.

“Vamos criar programas municipais de apoio ao arrendamento jovem e habitação a custos controlados, incentivar a recuperação de imóveis devolutos, com benefícios fiscais para quem reabilite para habitação própria permanente”, começou por referir.

Para a economia e o emprego, João da Conceição Jesus aponta ao “apoio direto às micro e pequenas empresas ligadas ao turismo sustentável, à agricultura e pesca artesanal”, propondo a criação de mercados e eventos regulares que permitam o escoamento dos produtos locais.

Porto Moniz é dos concelhos mais visitado por turistas. “A minha aposta é no turismo sustentável e cultural e na diversidade da oferta turística, para além das piscinas naturais, promovendo percursos pedonais, roteiros históricos e turismo rural”, referiu,

Compromete-se ainda “melhorar os caminhos agrícolas para facilitar a vida dos agricultores, acessos internos e ligação a outros concelhos, garantindo transporte público regular”.

Por fim, João da Conceição Jesus pretende “requalificar zonas públicas”, reforçar o apoio social para promover o bem-estar a quem “efectivamente precisa” de assistência médica, camas articuladas e cadeira de banho, prover apoio à população sénior e às famílias carenciadas, promover actividades culturais e desportivas, mantendo e/ou aumentando os apoios ao desporto.


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