Os deputados do PSD-Madeira vieram lamentar o falecimento, no dia em que completava 75 anos – 4 de Julho – do músico e produtor madeirense, Luís Alberto Gonçalves Jardim.
“Neste momento de tristeza, o Grupo Parlamentar do PSD deu entrada, na ALRAM, de um voto de pesar”, informa.
Luís Jardim, aos 16 anos, saiu do Funchal rumo ao Reino Unido para estudar Direito, mas acabou por concluir Administração Comercial.
Afirmara, em tempos, numa entrevista à RTP, que teve “um bocado de sorte”, mas todos lhe reconheceram o talento e o mérito.
“Músico e produtor sem fronteiras”, conforme foi apelidado, afastou o “frio na música” que disse encontrar em Londres e concedeu-lhe “balanço, o groove, ritmos mais sul-americanos”. Compunha e produzia, mas também tocava bateria, baixo e guitarra.
Pai de duas filhas, era tido como um homem inspirador. “Às vezes sou um bocado presunçoso e agressivo nas minhas coisas”, declarou Luís Jardim, “mas não tenho grandes ideias que sou um génio. Sei que faço o meu trabalho bem-feito e ter um ego grande é bom porque nos faz trabalhar e ser mais eficientes”.
O músico e produtor madeirense deixa um legado inigualável e é espelho de um enorme talento que sempre orgulhou a sua terra natal e que deve honrar o seu País.
O Grupo Parlamentar do PSD endereça à sua família e amigos, sentidas condolências e enaltece o seu contributo inestimável e inequívoco no mundo da música, conclui o comunicado.
“Neste momento de tristeza, o Grupo Parlamentar do PSD deu entrada, na ALRAM, de um voto de pesar”, informa.
Luís Jardim, aos 16 anos, saiu do Funchal rumo ao Reino Unido para estudar Direito, mas acabou por concluir Administração Comercial.
Afirmara, em tempos, numa entrevista à RTP, que teve “um bocado de sorte”, mas todos lhe reconheceram o talento e o mérito.
“Músico e produtor sem fronteiras”, conforme foi apelidado, afastou o “frio na música” que disse encontrar em Londres e concedeu-lhe “balanço, o groove, ritmos mais sul-americanos”. Compunha e produzia, mas também tocava bateria, baixo e guitarra.
Pai de duas filhas, era tido como um homem inspirador. “Às vezes sou um bocado presunçoso e agressivo nas minhas coisas”, declarou Luís Jardim, “mas não tenho grandes ideias que sou um génio. Sei que faço o meu trabalho bem-feito e ter um ego grande é bom porque nos faz trabalhar e ser mais eficientes”.
O músico e produtor madeirense deixa um legado inigualável e é espelho de um enorme talento que sempre orgulhou a sua terra natal e que deve honrar o seu País.
O Grupo Parlamentar do PSD endereça à sua família e amigos, sentidas condolências e enaltece o seu contributo inestimável e inequívoco no mundo da música, conclui o comunicado.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.







