O CDS apresentou o seu Programa de Governo para as eleições de 23 de Março e para a legislatura 2025/2029.
O cabeça-de-lista dos centristas disse que, “ao longo da sua história, o CDS teve sempre como grande propósito apresentar ideias, propostas e soluções para os problemas da Região Autónoma da Madeira”.
“Esta nossa história, que nos remete para 1976, continua, e é com enorme orgulho que apresento hoje este Programa de Governo, agradecendo ao Dr. Ricardo Vieira, ao Dr. Mário Pereira, à Dra. Sara Madalena, ao Dr. João Casanova, à Dra. Luísa Henriques, ao Dr. Pedro Pereira, ao Dr. Luciano Homem de Gouveia, ao Dr. Leandro Silva, à Dra. Beatriz Gonçalves e aos anteriores líderes do CDS que, ao longo de muitos anos, foram escutando a sociedade madeirense, os parceiros sociais, especialistas e foram recolhendo informação, ideias e propostas que fazem hoje parte do acervo programático do CDS-PP”, declarou o presidente do CDS na Madeira.
José Manuel Rodrigues, na ocasião, acrescentou ainda que “é esse acervo programático de décadas que é hoje apresentado, actualizado perante os novos desafios e exigências que estão colocados à Região Autónoma da Madeira para os próximos 4 anos”.
Rodrigues enumerou, de forma muito sintética, os princípios programáticos deste Programa de Governo do CDS-PP: Ampliar a Autonomia e recuperar o Orgulho de Ser Madeirense; Conseguir nova Lei de Finanças das Regiões Autónomas, com sistema fiscal próprio; Reformar o Sistema Político, introduzindo mais ética e transparência no seu funcionamento; Assegurar que o crescimento económico tem reflexos na vida das pessoas, melhorando os seus rendimentos, através da valorização dos salários, da redução dos impostos e do controlo da inflação para baixar o custo de vida; Promover uma Política de Família, com apoios à natalidade e aos jovens, por via da criação de um Salário de Referência para os Jovens licenciados, a redução de mensalidades do ensino pré-escolar e o acesso uma casa a rendas e preços acessíveis; Investir 100 milhões de euros, 5 por cento do investimento público anual do Governo, na habitação; Corrigir as desigualdades sociais, fortalecendo a classe média e premiando o mérito e o trabalho; Proteger os mais velhos, quer através da gratuitidade dos medicamentos, quer por via de um aumento do Complemento para as pensões mais baixas; Reformar o Sistema Regional de Saúde, com reforço de médicos, enfermeiros e outros profissionais e criação do cheque-cirurgia para reduzir as listas de espera, e reconversão de escolas e hospitais que ficarão desactivados, em lares e unidades de apoio aos mais idosos.
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