A ALRAM veio informar que os deputados têm 10 dias para elaborar as questões a enviar a Miguel Albuquerque. O líder do executivo madeirense informou ao princípio da tarde que iria responder por escrito à Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o “Apuramento de responsabilidades políticas no combate aos incêndios ocorridos entre o dia 14 e 26 de Agosto”.
“Na sequência do Vosso ofício a solicitar a audição a mim, enquanto presidente do Governo Regional, informo que vou exercer o meu direito nos termos do Artigo 8.º do Regime Jurídico das Comissões Parlamentares de Inquérito da Assembleia Legislativa da Madeira, de depor por escrito”, leu a presidente da comissão, Sancha Campanella, na reunião que trabalho, antecipada, que aconteceu a seguir ao plenário.
Perante esta informação os deputados têm até ao dia 10 de Novembro para entregarem as perguntas que pretendem colocar a Miguel Albuquerque.
O deputado Nuno Morna, da Iniciativa Liberal, já informou que não vai colocar qualquer questão ao Presidente do Governo Regional da Madeira, por considerar “uma deselegância” o facto de Miguel Albuquerque ter transmitido tarde, à comissão, a vontade de responder por escrito.
Por proposta do PAN, Válter Filipe Freitas Ferreira, chefe da Divisão de Planeamento, Operações e Comunicações do Serviço Regional de Protecção Civil, e Paulo Fonseca, técnico superior do mesmo serviço, vão ser ouvidos em simultâneo, sobre os fogos que lavraram na Madeira entre os dias 14 e 26 de Agosto.
Na segunda-feira os deputados da Comissão de Inquérito aos Incêndios vão ouvir, por videoconferência, o investigador do Centro de Estudos e Intervenção em Protecção Civil, Duarte Caldeira.
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