Rui Marote
Desde que a Tecnovia paralisou as obras da Marina do Funchal, conforme o FN noticiou, um único trabalhador manteve-se firme no local. Foi quem deu de “beber” ás arvores plantadas na promenade. Mas apenas esse permaneceu. Até porque se todos abandonassem a obra, isso significaria uma definitiva quebra do contrato.
Hoje para espanto dos observadores agora já dois trabalhadores marcaram presença na amarração de ferro às obras de arte, trabalhos que estavam a ser encetados na altura do abandono.
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