Uma cidade sem músicos de rua não é uma cidade, dizemos nós. E congratulamo-nos por, na prossecução de uma rubrica fotográfica que retrata a urbe a preto e branco e que já iniciámos faz tempo, termos encontrado mais um, na baixa, capaz de tanger as cordas de um violino e com esses sons, tocar a alma de quem passa. Não é preciso ser um Paganini. Basta ter um pouco de sentimento.
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