
Segundo adianta a comunicação social regional e as redes sociais, o lince do deserto que as autoridades regionais acharam por bem apreender à sua legítima proprietária acabou por morrer.
O Bores, segundo a página da associação de defesa animal “Ajuda a Alimentar Cães”, “chegou sedado a casa e durante mais de um dia não acordou e foi levado para uma clínica veterinária de urgência”
“Desde esse dia foram várias as tentativas do regresso a casa mas o estado de saúde só tem vindo a piorar. Desde que foi sedado perdeu a capacidade de andar e de comer. Hoje deixou de reagir a qualquer estímulo”, dizia a AAC.
“A família, juntamente com a sua advogada já estão a apurar responsabilidades”, acrescentava-se.
No “superior interesse do animal” e da legislação vigente, as autoridades retiraram há cerca de um mês o “Bores” da sua proprietária. Entretanto esteve numa jaula em local barulhento e impróprio e começou a definhar, antes que o IFCN entretanto resolvesse devolvê-lo à sua dona, para, supostamente, acautelar o bem-estar do felino.
A história não teve um final feliz.
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