“Definitivamente nenhum ditador sai com votos. Que transparência não permitir às testemunhas da oposição entrar na sala de totalização. Só apresentam as actas das mesas de voto que o ditador ganhou”, reage Olavo Manica, ex-emigrante na Venezuela e ex-responsável pelo Centro Social das Comunidades Madeirenses.“A fraude começa antes e depois das eleições”, revela.
Olavo Manica teme “outra vaga de emigrantes a fugir da ditadura”.
“Na Venezuela o Povo vota e 5 dirigentes do Governo (CNE) contam os votos e decidem quem ganha”, remata.
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