A carga de eventos no Parque de Santa Catarina deixa marcas. A “pegada humana” é mais forte do que a “ambiental” e o coberto vegetal ressente-se.
Os jardineiros têm trabalhos redobrados sempre que há um evento de massas. A relva é a primeira a claudicar mas há outras espécies vegetais que “sofrem”.
“Não podemos ter o melhor dos dois mundos”, dirão os pragmáticos. A relva ou os concertos? “Não há drama, basta dar uma ajudinha à regeneração natural”, dirão os remediados.
Não sejamos fundamemtalistas do género “não pisar a relva”, mas respeitemos a natureza.
Se bem me lembro, ainda no tempo em que o “Semeador” dominava o relvado do alto do parque, o espaço acolhia famílias e petizes a rebolar, deixando marcas esverdeadas nos joelhos. Se calhar sou eu que estou a ficar velho!
Deixo duas sugestões: Exigir uma caucão aos organizadores de eventos e alargar uma das laterais para permitir a passagem de viaturas de montagem e desmontavem de palco sem ser pelo relvado.
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