
O “bom problema” da massificação do turismo tem destas coisas. Já não é só a proliferação de rent-a-cars (que crescem como cogumelos) e as companhias aéreas low cost a deixar no nosso aeroporto paletes de turistas.
O problema é a pegada humana deixada em determinados pontos turísticos como o Pico do Arieiro, o Rabaçal e 25 Fontes ou o Ribeiro Frio.
Esta manhã era este o cenário, uma fila enorme para entrar nas piscinas naturais do Porto Moniz: uma só funcionária para vender bilhetes.
São os frutos do turismo low cost.
Mais ainda: no bar das piscinas, os preços escaldam.
O turista pode ser “pé de chinelo” mas se sair do roteiro convem andar com a carteira recheada.
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