A redução do custo de vida, cortes no despesismo do governo e da administração pública regional, uma descida gradual da carga fiscal, em particular nas taxas do IVA e IRS, e a execução total dos quatro milhões de euros inscritos no orçamento para o complemento regional de idosos e não apenas o valor de um milhão de euros, foram algumas das medidas que o JPP apontou à proposta de orçamento para 2024.
O secretário-geral do JPP falava à saída da audição com o secretário regional das Finanças, que esta sexta-feira ouviu todos os partidos com assento parlamentar, no âmbito da elaboração da proposta de orçamento para este ano.
Élvio Sousa disse, na oportunidade, que “os nossos reformados precisam muito deste apoio porque não têm culpa de terem passado uma conjuntura nacional de grandes dificuldades, num ramo como a agricultura que lhes deu pensões muito baixas”, e desmentiu o governo regional sobre este tema: “Não é verdade o que tem dito o presidente do governo, que a execução do complemento social para idosos é de quatro milhões de euros, a execução é de apenas pouco mais de um milhão de euros, e este complemento só existe na Madeira há três anos, mas tem mais de 20 nos Açores.”
O dirigente e líder da bancada parlamentar disse: “Basicamente” o JPP pediu “a redução do custo de vida, o complemento social para que os nossos reformados tenham mais dinheiro na carteira para poderem sobreviver nesta região com altos níveis de pobreza e privação material, com preços de supermercado quase proibidos, rendas de habitação a preços descontrolados e uma atenção especial ao despesismo”.
Assim que receba a proposta do governo, Élvio Sousa irá reunir com os militantes numa “discussão alargada, como fazemos sempre com todos os documentos importantes”.
Admitiu avançar com algumas propostas do JPP, sem especificar, e escusou-se a revelar o sentido de voto, antes de fazer “o trabalho de casa”.
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