
O PAN Madeira, que participou no diálogo entre todos os partidos que se quiseram fazer representar e o Governo, voltou esta quarta-feira a uma reunião para discussão no âmbito do programa de governo.
Marcou presença na reunião com elementos do Governo, a Porta-Voz Regional do partido e deputada única eleita, Mónica Freitas, de modo a abordar as 86 medidas PAN contempladas no programa e áreas prioritárias para um primeiro orçamento.
“Estas reuniões têm como objetivo chegarmos entre todos a consensos e conseguirmos fazer passar um programa de governo. Não exigimos mais medidas porque consideramos que ter 86 e dentro das nossas principais áreas, é positivo, reforçando as nossas prioridades em sede de orçamento. Este é um programa que contempla medidas de diferentes partidos, mais além das nossas, por isso não nos podemos esquecer que é também preciso perceber se nos alinhamos quanto ao resto. São importantes em democracia e demonstram a situação política atual exige diálogo e trabalho conjunto.”, refere a porta-voz regional Mónica Freitas
No âmbito das declarações a mesma referiu que “Isto não é dizer sim a Albuquerque, é dizer sim aos nossos eleitores que votaram no nosso programa eleitoral e que são essas medidas que estarão inseridas num programa de governo e serão executadas no seguimento da legislatura. É dizer sim à revisão do estatuto do provedor do animal que acarreta uma grande despesa orçamental e que da forma que está contemplado não contém os recursos necessários a uma plena intervenção. A vacinação e esterilização gratuita, que atendendo ao número de animais de companhia, contempla às famílias despesas no valor médio de 100 euros anuais, que não contemplam o plano de vacinação, os tratamentos médico-Veterinários entre outras despesas. Verbas para a igualdade de género, algo que nunca antes tinha sido contemplado e é urgente para a educação e formação de uma sociedade empoderada, consciente dos seus direitos e deveres e livre. A vinculação dos docentes e a revisão do SIADAP são outras das prioridades do PAN a ser contempladas na brevidade possível.”
“A responsabilidade é de todos os que são eleitos e é pena que estejamos dependentes apenas de um partido. E não podemos descurar a responsabilidade que as pessoas também têm na hora de votar. Vivemos em democracia e é através do voto que delineamos o que pretendemos para o futuro da Região. Para trabalharmos na resolução de problemas fulcrais para a sociedade como a crise habitacional, a saúde e a valorização de profissionais é preciso uma Assembleia em plenitude de funções e igualmente um governo.”
“É nossa responsabilidade enquanto agentes políticos informar a população, sermos sérios e honestos. Não podemos andar a propagar discursos divisionistas, a atacar-nos uns aos outros e a nos descartamos das nossas responsabilidades. No trabalho também não escolhemos os colegas com quem vamos trabalhar mas não nos podemos descartar das nossas funções. Elegeram-nos para trabalhar e é isso que temos de fazer.”, defende Mónica Freitas
Refere ainda que, “Aos partidos que não querem fazer parte do diálogo mas que também afirmam que não querem eleições, seria importante serem claros e explicaram que soluções encontram para sairmos deste impasse.”
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