Estepilha: “São bandos de pombos à solta…”

Rui Marote
O Estepilha, ao ver estes bandos de aves esfomeadas em cada esquina e esplanada da cidade, lembrou-se  da canção “Os Putos” (mas essa falava de pardais).
Os pombos são tantos na nossa cidade que logo ao raiar do dia as varandas das ribeiras  ficam “infestadas” deles, com o varandim a servir de poleiro.
As esplanadas, ao longo da manhã são invadidas, para desgosto e irritação dos clientes. Para afastar estes “columbiformes” os empregados dos cafés acabam por recorrer a atirar-lhes papo- secos que restam do dia anterior.
Os pombos sobrevivem em média 4 anos nas cidades. São considerados pragas urbanas e adaptaram-se facilmente aos grandes centros.
Até são simpáticos, porém perigosos para a saúde. Transmitem doenças como a Criptococose, Histoplasmose e Salmonelose.
Em tempos mais quentes e húmidos a sua população pode desequilibrar o ecossistema se não for feito o manejo de pombos. Aos órgãos autárquicos compete esse controlo.
Recordamos que no tempo da outra “senhora”  a Câmara do Funchal, ao final da tarde, alimentava e controlava estas aves.
Estepilha “mas quando a tarde cai vai-se a revolta …vai-se a revolta!!!”

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