A Iniciativa Liberal está contra o serviço militar obrigatório, e considera “inaceitável que o Estado interrompa à força a vida dos jovens para os mandar à tropa”.
Para o partido, em 2024, numa democracia consolidada como a portuguesa, é eticamente inaceitável que por meio da coerção estatal se obrigue a que jovens abdiquem da sua autonomia e liberdade individual para servir o Estado nas condições e valores que esse mesmo Estado entenda como as adequadas.
A entrada nas FFAA ou é voluntária ou é inaceitável, para os liberais.
“A solução estará sempre na valorização das carreiras e dos vencimentos dos militares, em conjunto com outras medidas como:
– o aumento da idade máxima de candidatura para as FFAA ou mesmo a sua eliminação (como nos Estados Unidos da América);
– a equiparação da FFAA às forças de segurança, mitigando a drenagem de recursos devido aos desequilíbrios de rendimento;
– a aposta na reativação dos cursos técnico/profissionais das Forças Armadas, capazes de dar competências profissionais na vida civil pós militar;
– o incentivo à entrada de mais mulheres nas FFAA, com políticas de licença de maternidade e paternidade que permitam que mulheres e homens equilibrem as responsabilidades familiares com a carreira militar”, preconiza a IL.
“Devemos investir em reformas estruturais a fim de fortalecer a defesa nacional com um exército totalmente profissional, bem capacitado e equipado, valorizado e voluntário”, conclui esta estrutura política.
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