Luís Vilhena publicou hoje uma apreciação singularmente interessante sobre os resultados socialistas nestas eleições, na sua página pessoal da rede social Facebook. Reza assim: “Paulo Cafôfo, o homem que abandonou três dos seus vereadores a meio do primeiro mandato na Câmara do Funchal; que abandonou a Câmara a meio do seu segundo mandato para concorrer a presidente do PS e às eleições regionais na ambição de liderar o governo; que depois abandonou a assembleia regional e a liderança do partido porque não obteve os resultados pretendidos; que de regresso ao seu lugar de professor no Campanário apanhou uma boleia para secretário de estado; que usou um fantoche para lhe preparar o lugar para presidente do PS em 2016 e que durante a sua promenade como secretário de estado das comunidades deixou na liderança do PSm um avatar que lhe abriu as portas assim que o governo da república se demitiu”.
“Este indivíduo”, prossegue Luís Vilhena, “é o mesmo que hoje atribui a sua estrondosa […] a uma “onda” de magnitude nacional. Uma ‘onda’ que apresenta um quase empate enquanto que na Madeira o partido que lidera passa de 3 para 2 deputados”.
“Este sujeito ainda tem a lata de dizer que vai continuar e quer apresentar-se às eleições regionais”, indigna-se Vilhena.
“Não percebe que o povo não é estúpido e já lhe descobriu a careca. Em vez de, perante uma situação de fragilidade e convulsão do PSD madeira, ter-se apresentado como uma alternativa válida e capturado os votos dos descontentes, deixou isso nas mãos do Chega.
Por favor indiquem o caminho do Campanário a esse senhor”, conclui.
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