O Governo Regional veio hoje congratular-se com um “novo registo histórico para a Madeira no que toca à média anual da taxa de desemprego”.
Segundo as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicadas esta quarta-feira, desde 2011 que a Região não fechava o ano com a média anual da taxa de desemprego tão baixa, situando-se nos 5.9%, diz uma nota da Secretaria Regional de Inclusão e Juventude.
A RAM regista assim menos 0.6 pontos percentuais que a média registada no todo nacional (6.5%).
Para o GR, este é “um indicador importante de realçar, visto que as Regiões Autónomas, por via das circunstâncias ultraperiféricas, registavam, tradicionalmente, um aumento do desemprego face ao território continental”.
“Não só é esbatida essa diferença, como são alcançados indicadores que mostram a taxa abaixo da média nacional. Dados manifestamente positivos que revelam a trajectória ascendente no que concerne aos dados sobre emprego. Feitas as contas, a região contabiliza 129,4 mil pessoas empregadas o que revela um aumento de 4,5 mil pessoas empregadas face ao ano de 2022”, refere-se.
Em 2023, apenas três regiões do país diminuíram a taxa de desemprego face ao ano anterior. A par da Madeira, Lisboa e Algarve também tiveram uma queda dos indicadores de desemprego, sendo que a diminuição mais acentuada, de todas as regiões do país, pertence à Madeira com a diminuição de 1,1 ponto percentual face a 2022 (passando de 7,0% em 2022 para 5.9% em 2023).
“A taxa de desemprego na Madeira no 4.º trimestre de 2023 regressa ao valor do 2.º trimestre, de 6,2%. Comparativamente ao trimestre homólogo, a RAM apresenta a segunda maior descida a nível nacional. Relativamente à taxa média anual a RAM apresenta a maior descida do país, sendo que a nível nacional esta subiu. O que nos permite afirmar que a trajetória da taxa de desemprego da Madeira tem sido estável, favorável, indicativa da recuperação da economia regional”, refere Ana Sousa, secretária regional com a tutela do Emprego, reagindo aos dados publicados hoje pelo INE.
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