
O valor do “diamante” que Pedro Calado tinha no seu gabinete na Câmara Municipal do Funchal voltou hoje a estar em foco nas conversas entre os jornalistas e Paulo Sá e Cunha, advogado do ex-edil funchalense. O mesmo tinha inicialmente dito que o mesmo era sintético e de “valor desprezível”; a CNN entretanto adiantou que um estudo da Casa da Moeda tinha concluído que o tal “diamante” valia 50 mil euros; e Paulo Sá e Cunha reformulou a expressão, dizendo agora, que, em vez de “desprezível”, o valor é “desprezável”. Em todo o caso, os tais 50 mil euros atribuídos ao valor do diamante continuam a ser, para o causídico, irrelevantes.
(…) tenho razões para supor que aquilo não vale nada, como vos disse. Admito poder ser contrariado”, reconheceu, no entanto, admitindo “perceber muito pouco de diamantes”.
Pedro Calado continua hoje a ser interrogado no Campus da Justiça, em Lisboa.
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