JPP satisfeito por LIDL ainda querer investir na Madeira

O “Juntos Pelo Povo” veio responder à notícia emitida hoje pela LIDL, mostrando o partido “a sua satisfação por constatar que a cadeia de retalho LIDL mantém seu compromisso de investir na Madeira, mesmo após o revés representado pelo indeferimento de dois dos seus quatro projectos pela Câmara Municipal do Funchal, liderada por Pedro Calado”.

O partido relembra que:

  • “O JPP, em busca de transparência no processo de licenciamento do LIDL no Funchal, teve de recorrer ao Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal (TAFF) para obter informações cruciais, as quais Pedro Calado recusou entregar.
  • A CMF divergiu, contorcionou-se e desviou-se do fundamental no caso dos investimentos do LIDL na RAM, pois por mais “jogo de cintura” que possa existir do executivo PSD no Funchal, a verdade é que na “Câmara Municipal do Funchal, deram entrada quatro processos em nome da sociedade “Lidl & Companhia, Lda.”:

– “O Subprocesso 2022000152– diz respeito ao prédio localizado no Largo Severiano Ferraz n.º 16/Rua das Mercês, n.º 76 a 88 e 96/Rua dos Ferreiros, n.°191/Travessa do Redondo/Rua da Saúde, freguesia de Sã0 Pedro” …. “cuja decisão foi desfavorável”

-“O Subprocesso 2022000026 – diz respeito ao prédio localizado na Rua Dr. Pita, freguesia de São Martinho” … “cuja decisão foi desfavorável”.

– “O Subprocesso 2022000027 – diz respeito ao prédio localizado no Caminho do Poço Barral, n.º 57, freguesia de São Martinho” … “cuja decisão foi “favorável condicionada””.

-“O Subprocesso 2022000040 – diz respeito ao prédio localizado na Avenida Mário Soares/Avenida do Amparo, freguesia de São Martinho” … “cuja decisão foi “favorável condicionada””.

  • Fica assim claro, para o JPP, que o LIDL já poderia estar actualmente instalado na RAM, mas perante decisões desfavoráveis e condicionamentos por parte da CMF, teve de vir a público esclarecer que está a “a reorganizar expansão para a Madeira”.

O JPP reitera, em comunicado, “o compromisso com a transparência e o interesse público, na promoção de um ambiente favorável ao investimento responsável que contribua para o desenvolvimento sustentável da Região e para a redução do custo de vida dos Madeirenses e Porto-Santenses, com a implementação de mais concorrência e consequentemente menores preços na RAM”.


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