JPP com voto de protesto contra a destruição da Quinta da antiga FAOJ

O JPP deu entrada na Assembleia Legislativa da Madeira com um voto de protesto pela intenção do Governo Regional de aniquilar por completo a antiga quinta que em tempos albergou a FAOJ, para dar lugar a um empreendimento de habitação.

“Esta é uma quinta histórica, do século XIX, conhecida por ter albergado a antiga FAOJ, na Rua 31 de Janeiro. O que está em causa é a previsível aniquilação de importante património arquitectónico, um dos poucos exemplares em bom estado na cidade do Funchal”, refere o partido.

Diz o JPP que o projecto da PATRIRAM para a Quinta FAOJ (sita aos nºs 79 e 80) passa infelizmente pela aniquilação completa daquela quinta histórica, representativa da arquitetura civil dos finais do século XIX e constitui um dano irreparável para o património arquitetónico da cidade do Funchal.

“Dá-se o estranho caso de a entidade pública que, gere e supostamente protege o património público, ser o “carrasco” encarregue da execução/demolição desta Quinta Madeirense tão acarinhada pelos funchalenses”, queixa-se o JPP.

Para o partido, está demonstrada inequivocamente a intenção do Governo Regional da Madeira, através da PATRIRAM, de arrasar por completo aquela secular Quinta oitocentista. A concretizar-se esta intenção contará também com a anuência da Câmara Municipal do Funchal que parece ver com bons olhos esta intenção de destruição patrimonial.

Por isso o JPP quer que a ALRAM aprove este voto de protesto.


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