Cumpriu-se o ritual: comeu-se, bebeu-se, queimou-se o fogo. Quem podia, tirou a fatiota da naftalina e festejou em faustosos jantares. Os que acreditam que 2024 será um ano bom, comeram as passas, expressaram os desejos e festejaram. Os que acharam o mesmo de 2023 (ou o seu contrário, e estavam desejando que acabasse) também tiveram motivos para celebrar.
A Madeira “estrondeou” este ano com um fogo de artifício que, no final, quase partiu janelas e abalou as fundações dos edifícios. Já lá foram vinte vezes que a Macedo’s Pirotecnia foi a responsável pelo espectáculo feérico que pintou de cores os céus do Funchal. Este ano quase parecia decidida a fazer desaparecer a Madeira num cataclismo, ou pelo menos, assim nos pareceu, que os nossos ouvidos estão a ficar mais sensíveis.
Muitos foram os que saíram às ruas para apreciar a ocasião e festejar condignamente. Afinal de contas, estas datas são sempre ocasião para rever planos, prioridades, fazer um “reset”. Por outro lado há os que, por força da idade e da desilusão, já nem ligam.
Enfim, numa disposição algo melancólica, ficam aqui algumas imagens de circunstância a atestar o inevitável: entrou-se em mais um ano, com tudo o que ele traz de expectativas. É melhor não as ter muito altas. O astrólogo pessoal do FN prevê que apenas poucos entre nós terão realmente motivos para festejar… Quem duvida, basta ver os telejornais.
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