O SESARAM afirma que o Serviço Regional de Saúde está a funcionar, depois do ciberataque de que foi alvo, embora com “alguns constrangimentos que naturalmente podem existir, devido à situação excepcional que se atravessa neste momento”.
Mantêm-se, portanto, limitações na realização de algumas consultas, na realização de exames e análises clínicas não urgentes.
Tudo está a ser feito para minimizar os constrangimentos decorrentes do ataque informático de que o SESARAM foi vítima, afirmam as entidades de saúde.
“Mantêm-se as equipas especializadas de informática que têm construído a rede paralela necessária para a recuperação do sistema interno do SESARAM. Reiteramos o apelo para que aos utentes que se desloquem às unidades de saúde, por diferentes motivos, se façam acompanhar de toda a informação clínica que disponham na sua posse, nomeadamente relatórios de exames, análises clinicas, medicação, notas de alta”, pede o Serviço de Saúde.
“Em caso de uso das aplicações móveis do SNS, solicita-se que seja disponibilizado ao médico o registo móvel, facilitando desta forma a prescrição de medicamentos habituais. O Conselho de Administração agradece aos utentes e profissionais a adaptação e reajustamento à nova realidade que consideramos ser temporária”, conclui a nota divulgada à comunicação social.
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