O SESARAM reagiu às afirmações do JPP, produzidas sobre o transporte de doentes, dizendo que o partido recorreu, uma vez mais, a “pura demagogia”, desconhecendo por completo a organização do dispositivo regional de socorro, bem como a actividade dos Transportes Não Urgentes dos Utentes.
Assim, acusou o SESARAM (…) de estar a comprometer serviços urgentes e emergentes com a utilização de ambulâncias pelo que “importa esclarecer”:
- A organização dos meios de socorro na RAM salvaguarda a existência de meios em prontidão para as situações emergentes e são geridas centralmente pelo Centro Integrado de Comunicações do Comando Regional de Operações de Socorro (CIC-CROS), no âmbito do SRPC IP RAM.
- Situações consideradas pelo Médico como urgentes, seguem o circuito de contacto ao CIC-CROS que por sua vez activa o meio necessário e adequado pela segurança que se impõe para o doente.
- Nos termos do Regulamento de Transporte Não Urgente de Doentes do Serviço Regional de Saúde, considera-se transporte não urgente o transporte de doentes, associado à realização de uma prestação de saúde e cuja origem ou destino sejam os estabelecimentos e serviços que integram o SESARAM, nas situações de consulta, tratamentos e ou exames complementares de diagnóstico e terapêutica; transporte para a residência do utente após alta de internamento ou da urgência; transporte de e até ao Aeroporto/Porto de doentes não urgentes, nomeadamente.
- Diariamente são efectuados cerca de 800 transportes em média, com recurso a meios internos e externos disponíveis para este fim e geridos internamente pelo Serviço de Transportes, dependente de credencial emitida pelo Médico Assistente”, refere o SESARAM.
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