Rui Marote
O FN constatou hoje uma azáfama de trabalhadores e assistentes em cima da cofragem e da malha de ferro que “engoliu” milhares de métricos cúbicos de betão esta manhã na marina do Funchal.
Não descobrimos nenhum “aguadeiro”, porém. Era tradição na Madeira quando se procedia aquilo a que chamavam “deitar a laje”, passar um homem de garrafão e de copo na mão, oferecendo aos trabalhadores o vinho seco para não abrandar o ritmo dos trabalhos. Uma vez lançado o betão, só pára quando a laje estiver completamente betonada.
Hoje vimos muitos trabalhadores e muitos assistentes do staff da Tecnovia que nunca antes tinham sido avistados nesta obra.
Que assim seja… Há um versículo bíblico que diz que muitos serão chamados mas poucos os escolhidos…
As imagens são esclarecedoras. O Funchal Notícias segue passo a passo os trabalhos, dando a conhecer aos nossos leitores o desenrolar desta obra.
Entretanto, para desespero dos proprietários dos barcos, a entrada da marina continua por desassorear.
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