Rui Barreto participou no 10º aniversário da “Portugal Ventures”

O secretário regional da Economia, Rui Barreto, acompanhado pelo presidente do Instituto de Desenvolvimento Empresarial (IDE), participou nas comemorações do 10.º aniversário da Portugal Ventures, que decorreu esta quarta-feira no terminal de cruzeiros de Leixões, em Matosinhos.

No, em que participou, igualmente, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, foram abordadas diversas temáticas de relevância na actual conjuntura, entre as quais se destaca o percurso do empreendedorismo em Portugal, bem como os ‘clusters’ de inovação e perspectivas para o futuro do ecossistema.

Para o governante com a pasta da Economia, o aparecimento de entidades como a Portugal Ventures é “de grande relevância para catapultar e atrair novos investimentos, dinamizando as economias local, regional e nacional, gerando riqueza e criando emprego, vector determinante não apenas para o desenvolvimento económico, mas também social”.

Rui Barreto destaca, a propósito, o facto da Portugal Ventures já ter financiado, “ao longo dos seus 10 anos de existência, com mais de 177 milhões de euros, beneficiando perto de 200 empresas, muitas das quais na Madeira”.

Trata-se, em seu entender, de “um agente estimulador de novos projectos de negócios empreendedores e com elevado potencial de desenvolvimento, o que é de realçar, sobretudo pelo alargamento do experto da atividade económica, fortalecendo a biodiversidade do ecossistema e do empreendedorismo”.

De acordo com o secretário regional da Economia, “são entidades como a Portugal Ventures, a trabalhar na área do capital de risco, juntamente com as políticas públicas de apoio ao tecido empresarial, que permitem também garantir um desenvolvimento verdadeiramente sustentável”.

Conforme referiu Rui Barreto, “esta complementaridade permite potenciar os apoios que são colocados ao dispor pelo Governo Regional ao tecido empresarial, aumentando a sua eficiência e, ao mesmo tempo, gerando dinâmicas económicas, com benefícios para os investidores, mas também para o mercado de trabalho, porque à implementação de novos projectos está sempre associada a criação de emprego”.