
O presidente do Governo Regional veio hoje constatar que o Lugar de Baixo é um dos sítios “onde tem crescido mais o alojamento local”. Foi numa visita ao hotel de cidade “Caju”, na Rua da Carreira, no centro do Funchal.
Ali, Albuquerque elogiou as apostas dos investidores, a começar pelo hotel The Vine, que “veio marcar a história do turismo da Madeira”, com as suas características próprias de “design”. No “Caju”, considerou, realizou-se o “reaproveitamento de um edifício emblemático” no centro histórico do Funchal. O respectivo restaurante “também está consolidado como um dos ícones da comida saudável na cidade do Funchal”. Esta é “uma obra muito bem feita e muito bem decorada”, por Nini Andrade Silva.
Comentando o turismo na RAM, mostrou-se satisfeito, dizendo que ainda agora há pouco o governante com a tutela do Turismo, Eduardo Jesus, esteve em contacto com os responsáveis pela Ryanair e disse que “a operação está a correr muito bem”, havendo a possibilidade de aumentar a ligação.
“Temos grandes condições para continuar a crescer durante o Verão (…) incluindo o Porto Santo”, que “está cheio”. Por isso espera o chefe do executivo madeirense espera um Verão com grande ocupação hoteleira. Espera ainda retomar a ligação com Nova Iorque, e atrair ainda o mercado canadiano, ensaiando uma operação similar à de Nova Iorque.
Miguel Albuquerque considerou ainda “uma anedota” falar de massificação do turismo na Madeira, pois, comparando com as Baleares, por exemplo, localização que tem “mais de 600 mil camas”, a RAM mantém ainda as coisas controladas, conforme deu a entender. Embora não comentasse o limite aceitável para o número de camas na Região, considerou que “temos ainda alguma margem” para aumentar.
A confluência às mesmas horas de turistas nos percursos turísticos das serras madeirenses, com grande caos de pessoas e viaturas, foi minimizado por Albuquerque porque “significa que estamos com muito turismo”.
Quanto à situação da Covid-19 na RAM, neste momento, considerou que “não é grave”, com a vacinação realizada. Para já, as regras não serão alteradas.
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