SESARAM queixa-se de “desinformação” sobre “Consulta de Medicina Sexual”

O SESARAM veio lamentar a desinformação propagada sobre o tema “Consulta de Medicina Sexual” no serviço público.

Face à baixa frequência desta consulta, foi determinada a cessação da cativação das 4 horas semanais a ela adstrita, refere uma nota. “Ou seja, as consultas devem ser feitas conforme as necessidades dos utentes, evitando pois a cativação prévia do horário de trabalho a uma actividade clínica quase inexistente”.

“O compromisso do serviço público com a população é o de cobertura de médico de família o que, perante o número de médicos de medicina geral e familiar vinculados ao serviço público, é realizável desde que se faça a reorganização dos serviços. Para tal é essencial a colaboração de todos, nomeadamente com a composição de listas, com a correcta distribuição de horários em conformidade com as necessidades da população”, refere o SRS.

“Aliás a importância do médico de família no serviço público tem implicado o esforço de novas contratações e é uma forte aposta no internato médico a fim de manter a fixação de novos médicos face às necessidades de renovação”.


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