O JPP lamentou ontem que a Secretaria Regional da Inclusão Social e Cidadania se recuse a receber representantes do partido. Em causa está um pedido de audiência, requerida pelo JPP, a Rita Andrade, no sentido de compreender as mobilizações por parte do executivo da coligação PSD/CDS para a alegada privatização de lares de idosos, na Região. Mas a audiência foi recusada pela governante.
“Como foi tornado público, o JPP reuniu com uma delegação de trabalhadores do sector que manifestou a sua preocupação perante a possibilidade de privatização de alguns lares de idosos, entre os quais, o Lar Bela Vista. Também são públicas as dificuldades pelas quais está a passar os serviços de apoio à população idosa, nomeadamente, as infraestruturas públicas de lares de idosos, quer pela visível degradação dos equipamentos, quer pela escassez e pelo cansaço extremo dos trabalhadores.
A tudo isto acresce agora a possibilidade de privatizar lares na Região sem que seja dado qualquer esclarecimento aos trabalhadores, aos utentes, aos familiares e até, aos deputados da Assembleia Legislativa Regional da Madeira que têm funções de acompanhamento e de fiscalização da acção governativa, regida pelo próprio Estatuto Político-Administrativo da RAM”, refere o partido.
“Perante a gravidade da situação, tem-se assistido à inércia do Governo Regional que nada fez para dotar os lares da Região das condições adequadas aos cuidados necessários para os idosos e, ao silêncio cúmplice da maioria parlamentar que suporta esta coligação PSD/CDS que, no mês passado, chumbou o requerimento de audição parlamentar solicitado pelo JPP”, queixa-se esta força política.
“Vem agora Rita Andrade, Secretária Regional da Inclusão Social e Cidadania, recusar um pedido de audiência aos deputados do JPP, num claro desrespeito pelo poder parlamentar e pela própria Assembleia Legislativa Regional, comprovando à população da Madeira e do Porto Santo que vivemos uma falsa renovação, mantendo-se a atitude prepotente e autoritária a que já estávamos habituados nas últimas décadas”, denuncia o “Juntos pelo Povo”.
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