Escola Agrícola completou cinco anos de existência

A Escola Agrícola da Madeira completou ontem o seu quinto aniversárioooo Sediada em São Vicente, a estrutura foi criada pelo Governo Regional da Madeira, através da Secretaria Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, para potenciar competências, conhecimentos e, consequentemente, melhorar as produções, a qualidade e a segurança dos produtos regionais, através de formação específica sectorial nos domínios da agricultura e desenvolvimento rural.

“A Escola Agrícola da Madeira é um projecto de formação agrícola de excelência, que está consolidado e ao serviço da população da Madeira e Porto Santo. Deu resposta às necessidades de formação do sector primário”, salientou o secretário com a tutela da Agricultura, Humberto Vasconcelos.

Desde a inauguração, a 3 de Abril de 2017, toda a formação ministrada é de acesso a toda a população e gratuita, com transporte assegurado de qualquer ponto da ilha e conta com um quadro de formadores com elevadas competências técnicas e práticas.

“Potenciou o aumento da competitividade agrícola regional, actuando nas estruturas de produção, transformação e comercialização. Por outro lado, na protecção e melhoria da agricultura, da segurança alimentar e, consequentemente, das condições de vida das populações rurais da Região, com efeitos positivos na economia regional”, frisou Humberto Vasconcelos, sublinhando que “é um projecto vencedor e um sucesso estruturante para a agricultura da Madeira, por isso continuará a ser uma aposta estratégica do Governo Regional. Só assim a Região continuará a ter um sector primário dinâmico, cada vez mais rentável e apostado na qualidade e na segurança dos alimentos que chegam à mesa dos consumidores”, acrescentou o governante.

Por sua vez, o director da Escola Agrícola da Madeira, António Trindade, referiu que a estrutura de missão sediada em São Vicente “ocupou uma área estratégica do Governo Regional, porque só com agricultores e agentes agrícolas formados e informados é que a Região pode almejar por um sector primário dinâmico, rentável e apostado na qualidade e na segurança dos alimentos que chegam à mesa dos consumidores”.

“Com a congregação de toda a formação num só polo, e com esta efectiva descentralização de serviços de apoio aos agricultores, é indiscutível o valor acrescentado que tem sido proporcionado a centenas de agricultores, através de cursos de formação, acções de informação, workshops e jornadas”, diz António Trindade, sublinhando que a Escola Agrícola tem tido, também, um “papel determinante na motivação, preparação e apoio a mais agricultores, seja através da Unidade de Aceleração de Negócios Agrícolas (UANA), os cursos destinados a jovens agricultores e os programas de empreendedorismo agrícola”.

Ao longo deste ano está prevista a realização de 37 cursos na Escola Agrícola da Madeira, que são administrados e impulsionados pela Divisão de Gestão do Sistema de Formação da Secretaria Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, que representa uma carga horária acima das mil horas e um número estimado de perto de 800 formandos.