O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, realçou hoje o empenho e a criatividade de alunos e das escolas no concurso “A pandemia ainda não acabou….”. Aproveitou ainda para deixar um desafio para um novo concurso, desta vez acerca da evolução das tecnologias e do progresso das empresas tecnológicas da RAM, apelando a uma maior ligação entre este sector e os estabelecimentos de ensino.
A Região vai, portanto, promover um novo concurso nas escolas, visando a necessidade de os alunos acompanharem a evolução das tecnologias e das empresas tecnológicas madeirenses. Miguel Albuquerque fez hoje o anúncio da iniciativa, durante a entrega – que decorreu na escola básica Horácio Bento de Gouveia – de prémios aos alunos que mais se distinguiram no concurso “A pandemia ainda não acabou….”, um evento promovido pelo IASaúde.
O concurso “A Pandemia ainda não Acabou” está integrado na terceira fase da campanha de comunicação, dinamizada pelo Governo Regional, através do Instituto de Administração da Saúde, denominada “A Pandemia ainda não acabou – Regresse às aulas em Segurança”.
Na totalidade, informa o GR, foram submetidos 239 trabalhos. Destes, 35 foram seleccionados pelo júri do concurso e deixados à votação do público, até ao dia 23 de Dezembro, que deu o seu veredicto final. Foram atribuídos três prémios (do melhor classificado ao terceiro) por cada ciclo de ensino (primeiro, segundo, terceiro e secundário).
O líder madeirense agradeceu a participação dos alunos e o empenho das direcções das escolas e do corpo docente naquele concurso. E aproveitou para “reiterar a importância da participação das escolas naqueles que são os grandes projectos de mobilização social”.
“Acho que cada vez mais as escolas não estão dissociadas da vivência social e dos desígnios que temos pela frente”, defendeu.
Neste sentido, da mesma forma que foi promovido este concurso sobre a importância dos comportamentos preventivos durante esta crise pandémica que ainda estamos a atravessar, Miguel Albuquerque defende ser “importante que os alunos participem e extravasem os muros das escolas e conheçam mais em pormenor aqueles que são os sectores mais dinâmicos da nossa sociedade”.
A propósito, sublinhou que “a maioria das pessoas não sabe que temos um conjunto de empresas na Madeira que funcionam no mundo todo, prestando serviços em todo o mundo”. “Temos cerca de dois mil profissionais a trabalhar neste universo de 218 empresas, que facturam mais de 300 milhões de euros, em conjunto, por ano”, realçou.
Segundo o líder madeirense, “esta é uma realidade ainda pouco conhecida e há que estabelecer uma maior ligação entre as escolas e este sector tecnológico, até porque queremos criar na Madeira um hub para a transição para a economia digital”. Desta forma, considerou ser importante que a ligação entre as escolas e o sector tecnológico seja reforçada.
A concluir, voltou a agradecer aos participantes o empenho e a criatividade demonstrados no concurso. E reiterou estar muito satisfeito com as escolas da Região, “sobretudo com o esforço que tem sido feito a nível do corpo docente ao ministrar melhor qualificação e melhor educação às novas gerações”.
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