PSD afirma ser a garantia do futuro de Machico

O candidato pela coligação PSD/CDS à presidência da Câmara Municipal de Machico, Norberto Ribeiro, crítico da gestão socialista, afirma que a mesma descurou o desenvolvimento, as oportunidades e aquilo que realmente a população mais precisava, em cada uma das freguesias.

“É urgente combatermos esta desvalorização de Machico”, disse, criticando a falta de visão do actual Executivo, que fez Machico ficar para trás e que não é capaz de sair do seu discurso do ‘coitadinho’, limitando-se a arranjar desculpas em vez de resolver os problemas da população, conforme lhe compete. “Não houve falta de dinheiro, houve sim desleixo e desinteresse por Machico. Precisamos é de trabalho e não de conversa de coitadinho. Precisamos de dedicação e não de aldrabices”, reforçou, garantindo que só o PSD é que tem capacidade de colocar Machico no lugar que merece. “Connosco, Machico estará sempre em primeiro lugar”, assegurou.

“Onde é que está a obra feita no concelho quando, no actual mandato, houve mais de 85 milhões de euros para gerir, oriundos dos impostos directos e indirectos cobrados aos Munícipes? Se não há obra, onde está o dinheiro?”, questionou, frisando que o Executivo Municipal mentiu na questão da dívida, mentiu no compromisso de auscultar a população sobre a ARM e mentiu quando afirmou que iria auscultar o povo de Machico para mudar o feriado.

Dirigindo-se a Miguel Albuquerque, Norberto Ribeiro deixou claro que o futuro de Machico compete ao povo de Machico.

Por seu turno, reafirmando o seu total apoio à candidatura “Juntos Somos Machico” e deixando claro que o que está em causa é escolher qual é o futuro que a população de Machico quer para este concelho, o Presidente do PSD/M fez questão de reforçar que, nas próximas Eleições, é preciso saber escolher se Machico “vai ou não perder mais quatro anos de desenvolvimento”.

“Machico está a perder competitividade, não atrai investimento, não atrai residentes, não fixa os mais jovens, não atrai empresas de nenhuma natureza e muito menos tecnológicas, não é inovador na sua criatividade cultural, não tem uma política municipal de apoio estruturado aos mais vulneráveis – nomeadamente para a população idosa – não tem politicas viradas para a juventude e tudo isto significa ficar para trás”, afirmou Albuquerque, afirmou estar totalmente disponível para trabalhar e para dialogar com os Executivos Municipais, desde que estes tenham capacidade de trabalho, determinação, humildade, visão de futuro e vontade de olhar pelos mais jovens.