JPP aponta problemas de atendimento no Centro de Saúde de Gaula

O JPP foi ao Centro de Saúde de Gaula para alertar o SESARAM para uma situação limitadora do acesso dos serviços de saúde. Liliana Valente, candidata do JPP à Junta de Freguesia de Gaula e porta-voz da iniciativa, denuncia que actualmente quem pretenda contactar telefonicamente os serviços do Centro de Saúde de Gaula sabe da dificuldade que é conseguir uma ligação em tempo útil.

“O utente fica pendurado ao telefone e raramente consegue chegar à fala com as funcionárias de serviço. Como tudo tem de ser feito com marcação prévia, os utentes do Centro de Saúde de Gaula desesperam por um serviço que objetivamente não está a funcionar.”

Segundo a candidata do JPP, “esta situação é geradora de tensões, quer dos utentes, que não conseguem resolver as situações que têm pendentes, quer da parte das funcionárias do Centro que têm de lidar com as situações normais do serviço, bem como, com a frustração dos utentes que vêm reclamar da situação de não conseguirem chegar à fala com os serviços.”

O JPP denuncia, ainda, que o Centro de Saúde de Gaula, alvo de remodelação recente, é servido por uma única linha telefónica e caso alguém esteja a ser atendido, os restantes que estão em linha ficam a aguardar. “A ligação faz-se a “conta-gotas” e não consegue dar resposta à afluência da população da freguesia.

“A solução passa por uma rede telefónica actualizada, com a adição de mais linhas para gerir com rapidez e eficiência as inúmeras solicitações que um serviço desta natureza acarreta, a bem do atendimento da população que serve, bem como a instalação de uma rede wi-fi de qualidade e de sinal de telemóvel, porque em pleno século XXI, é inadmissível que esta infraestrutura de saúde seja um ponto negro em termos de acessibilidades multimédia”, preconiza a candidata.

“Neste momento, o Centro de Saúde de Gaula, tal como está organizado, não funciona. As soluções técnicas existem e basta um pouco de vontade para que sejam implementadas. Daí o nosso alerta para a resolução desta situação”, conclui Liliana Valente.