Turismo náutico recupera pouco a pouco das cinzas

Rui Marote
Uma frase que serviu de logótipo de uma rubrica de um velho lobo do mar, “Barcos Varados Gaivotas em Terra”, é um título que poderia aplicar -se ao interregno em que os catamarãs e outras embarcações permaneceram amarrados aos cabeços.
Finalmente uma luz ao fundo do túnel: a actividade marítimo-turística renasce após um período de mais de 16 meses.
Hoje assistimos ao despertar dessa actividade turística e os “golfinhos” saudosos da presença humana dando as boas vindas. Embora saibamos que não será como antes, é um sinal positivo que registamos com agrado.