Filipa Morgado apresenta em Julho uma mostra na Galeria Anjos Teixeira

Uma informação da galeria Anjos Teixeira dá conta de que a artista plástica Filipa Morgado inaugurará uma exposição naquele espaço a 15 de Julho de 2021, depois de um mês de estadia na Madeira em residência artística.

“A Galeria Anjos Teixeira – Funchal, dando cumprimento ao seu projecto de mostrar e divulgar a arte e os artistas na sua forma mais lata, estreia pelo terceiro ano consecutivo, artistas não madeirenses de renome”, refere um comunicado.  “Francisco Simões, escultor com mais obra pública em Portugal, expôs desenhos, em 2019, na Exposição intitulada “OUSADIA DO TRAÇO”. O director da Bienal de Gaia, Agostinho Santos, expôs “O HOMEM BICHO”, com desenhos e pinturas, em 2020. Em Julho de 2021 inauguramos a exposição de Filipa Morgado, com o resultado da residência artística que decorrerá entre Junho e Julho de 2012”, refere-se. A coordenação da galeria sublinha, do currículo da artista, a colaboração com a Trienal de Arquitectura de Lisboa, T2022 “Terra” – Produtora da Exposição “Ciclos” de Pamela Prado e Pedro Ignacio Alonso, Garagem Sul – CCB. Lisboa, Portugal.

Nascida em Caldas da Rainha, em 1988, Filipa Morgado terminou o mestrado integrado em Arquitectura pela FA-UTL em 2013, tendo a oportunidade de estudar um ano em Buenos Aires. Após a finalização do mestrado viveu e trabalhou durante quatro anos na Cidade do México, onde criou e liderou projectos a várias escalas.

“Começou a frequentar uma oficina de joalharia, actividade que desenvolve nos seus tempos livres. A paixão pelo espaço levou-a a encontrar, na pintura, uma poesia que carregava e mal se podia revelar. Após uma longa e inspiradora viagem pela América do Norte, volta a Portugal para estudar Cerâmica Criativa nas Caldas da Rainha durante um ano, onde adquiriu ferramentas e desenvolveu novos imaginários, agora a três dimensões. A manipulação do barro juntou-se ao exercício diário da pintura. Os seus desenhos e as suas esculturas são o reflexo de um mundo complexo que a habita. Encontra na partilha de experiências a resposta genuínas às perguntas mais difíceis com as quais se vai cruzando, e assim construiu o projecto de residências artísticas em contexto rural numa aldeia das Caldas da Rainha, CAU- Cortém Aldeia Urbana e fundou a Associação Cultural ARTE MUDA”.

Em 2020, acrescenta o comunicado enviado às Redacções, Filipa Morgado iniciou o Mestrado em Gestão Cultural na ESAD – IPL. Actualmente colabora como produtora na Trienal de Arquitectura de Lisboa.