PPM contra “perseguição” de Ana Gomes ao “Chega”

O PPM, a nível nacional, emitiu uma nota na qual condena “a perseguição que a ex-candidata à Presidência da República, Ana Gomes, tem vindo a desenvolver publicamente contra o partido Chega no sentido de decretar a ilegalidade do mesmo junto do Tribunal Constitucional (TC)”.
O Chega, diz o PPM, é um partido que teve autorização da parte do mesmo TC onde agora se busca a reversão da medida, “pelo que seria estranho, em Democracia, que tal viesse a acontecer através de um processo deste género”.
Para os monárquicos portugueses, todos os dias os partidos são escrutinados publicamente nas suas acções, palavras, ideias e opções. O Chega é um desses partidos e se algum dia infringir a Lei, a Justiça saberá o que fazer e agir em conformidade, acredita o PPM.
“Ao insistir numa ação particular e mediática contra um partido em específico, Ana Gomes está assim a contribuir para a visibilidade do mesmo, potenciando ainda mais aquilo que diz desejar evitar”, queixam-se os monárquicos.
“Os partidos legalizados no TC combatem-se nas urnas, com propostas e acções que retirem votos a esses partidos e não com queixas em secretaria que, no fundo, acabam por ter efeitos contrários e perigosos”, considera o partido, que lamenta que outras forças políticas “não se tenham apercebido do que está a acontecer e permitam que o ataque ao sistema Democrático esteja a passar-se à frente de todos como se fosse algo normal”.