Assistente do IPO morreu depois de receber a vacina contra a Covid-19

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto vai averiguar as causas da morte de uma assistente operacional que foi vacinada contra a Covid-19 a 30 de Dezembro e morreu subitamente a 1 de Janeiro, de doença súbita, refere o Jornal de Notícias.

O Instituto esclarece que não foi notada qualquer reacção adversa à vacina, diz o JN, “não tendo sido notificado qualquer efeito indesejável nem no momento da vacinação nem nos dias subsequentes”.

O IPO espera determinar as causas da morte na autópsia que irá realizar.

A assistente operacional tinha 41 anos e trabalhava no serviço de pediatria. Foi uma das 538 profissionais da instituição a receber a vacina.